Biodiversidade

Gerando biodiversidade

Com a Native, você cuida da sua saúde e do planeta 

Estamos completamente inseridos no mundo dos orgânicos, pois possuímos uma história de produção sustentável, respeitando você e o meio ambiente. Nossos processos estão alinhados às práticas de cultivo e colheita orgânica, buscando harmonizar os interesses econômicos, sociais e ambientais.

Com a prática da produção orgânica da cana-de-açúcar, criamos condições de vida para 340 espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios. Para nós, uma agricultura sustentável é aquela que gera biodiversidade ao resgatar o equilíbrio ecológico das fazendas, exercendo impacto social e econômico positivo sobre a comunidade. Esse é o jeito da Native de ser uma empresa amiga da biodiversidade.

Em nossas embalagens de açúcar orgânico, e também em nossos anúncios, você encontra alguns dos animais da fauna brasileira presentes em nossas fazendas certificadas, como a suçuarana (onça-parda), o falcão-de-coleira e o beija-flor preto.  

Como explicar esta biodiversidade faunística?

Para que as populações faunísticas se estabeleçam e se mantenham em um bioma, é importante que ele satisfaça três necessidades básicas da existência dos animais: alimentação, abrigo e reprodução. Por isso, intensas modificações ambientais são altamente perturbadoras e prejudiciais para o estabelecimento e desenvolvimento da biodiversidade faunística.

Os canaviais, pelas características de seu sistema de cultivo, são naturalmente propícios a acolher populações faunísticas, pois há pouca movimentação de equipamentos ao longo do tempo, com movimentação de solo a cada 6 ou 7 anos e uma colheita ao ano, com poucas operações de tratos culturais. Além disso, o porte elevado da cultura e a intensa cobertura do solo são fatores relevantes. A importância destas características está relacionada à estabilidade e previsibilidade, pois muitos animais estabelecem rotas alimentares periódicas, baseadas nas épocas de florescimento e frutificação das diversas plantas em seu habitat. Porém, algumas operações que fazem parte do sistema produtivo dessa cultura impedem a manifestação desse bom potencial agroecológico, como as queimadas anteriores às colheitas, a aplicação intensiva de agrotóxicos e a baixa diversidade florística no entorno. Nos canaviais da Native, essas práticas foram abolidas no início do Projeto Cana Verde, em 1987.